Fora da UEFA e da Taça de Portugal, Benfica em perigo na Taça da Liga

21 de Dezembro de 2017 | por Público
Fora da UEFA e da Taça de Portugal, Benfica em perigo na Taça da Liga

“Desatenções” e erros”. As palavras são de Rui Vitória e surgiram, nesta quarta-feira, após o empate a dois golos do Benfica com o Portimonense, em pleno Estádio da Luz, que coloca a continuidade dos “encarnados” na prova em risco. Para o técnico das “águias” foi a incapacidade do Benfica em “matar” um jogo que esteve a ganhar por 2-0 e as tais falhas que explicam mais um resultado negativo dos benfiquistas e que os deixa, para já, reféns do Vitória de Setúbal.

Com dois empates somados e só com a partida com os sadinos pela frente, o Benfica pode já ficar eliminado da Taça da Liga se o V. Setúbal vencer o Sporting de Braga, nesta sexta-feira, no Minho. Uma posição muito desconfortável, mas não mais do que mais uma exibição intermitente do emblema da Luz.

A vencer praticamente desde o primeiro minuto, graças a um golo de Jonas, o Benfica foi levando a partida sem grande intensidade até ao intervalo. Até porque, à passagem da primeira meia-hora de jogo, Lisandro aumentou a vantagem, num cabeceamento após um canto.

Com apenas algumas alterações em relação ao último “onze” titular que tinha goleado o Tondela  — Svilar foi para a baliza, Rúben Dias para o eixo da defesa, Samaris para o meio-campo e Zivkovic para o ataque — as “águias” chegaram ao descanso apenas com mais 1% de posse de bola do que os algarvios — esses sim, com uma equipa bastante mexida em relação àquela que foi derrotada dias antes pelo Sporting em Alvalade (apenas três jogadores repetiram a titularidade).

E o recomeço do encontro, com um golo do adversário logo depois do descanso, trouxe de volta todos os fantasmas que têm pairado na equipa de Rui Vitória esta época - intranquilidade e desacerto defensivo.

Svilar já tinha evitado o golo no primeiro tempo, com uma defesa por instinto a um cabeceamento de Pedro Sá (Pires ainda fez a recarga à barra), mas o guarda-redes nada pôde fazer na segunda tentativa de Pires.

Com a vantagem mínima nas mãos, o Benfica teve ocasiões para “matar” o encontro. Também teve os habituais sustos que o seu jovem guarda-redes sempre proporciona e teve, novamente, um enorme “buraco” no eixo da sua defesa, com Svilar a não ser suficientemente bom para travar a cabeçada de Pires, dando a Jadson a hipótese de recarga e aos adeptos “encarnados” a justificação para os assobios que se ouviram após o apito final do árbitro.

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