A vitória total de Bruno Mars nos Grammys

29 de Janeiro de 2018 | por Público
A vitória total de Bruno Mars nos Grammys

Noite de Grammys é noite de prémios para a música norte-americana e na edição 2018 foi principalmente a noite de Bruno Mars. O cantor, de 32 anos e natural de Honolulu, arrecadou os seis prémios para os quais estava nomeado, numa vitória em toda a linha e que só poderá ter desiludido aqueles que apostavam na consagração de Kendrick Lamar. Menos mal: Lamar foi o segundo artista mais premiado na 60.ª edição dos prémios da indústria fonográfica dos EUA, que decorreu na última noite no Madison Square Garden, em Nova Iorque.

Desde 2003 que a cerimónia de entrega dos Grammys não se realizava fora de Los Angeles e a viagem até à costa Leste não terá custado nada para quem regresspou a casa de mãos cheias, como Bruno Mars, distinguido com os prémios mais importantes, disco do ano (24K Magic) e canção do ano (That’s What I Like). Mars venceu ainda na categoria gravação do ano (para produtores), melhor performance R&B, melhor música R&B, melhor álbum R&B.

Na categoria de melhor novo artista (ou artista revelação), o prémio foi para Alessia Cara, Ed Sheeran levou o Grammy para melhor artista pop solo e melhor álbum pop e a banda Portugal. The Man (que em 2018 vão passar pelos palcos em Portugal) venceram o prémio de melhor duo ou banda pop.

Os LCD Soundsystem, por sua vez, ganharam na categoria de melhor gravação de dança, ao passo que os Kraftwerk mereceram o prémio na categoria de melhor álbum de dança/electrónica.

A título póstumo, Leonard Cohen venceu na categoria de melhor performance rock, género musical em que os Foo Fighters levaram o prémio para melhor canção, com Run, e os The War on Drugs ganharam o Grammy para melhor álbum rock.

Os The National ficaram com o Grammy para melhor álbum de música alternativa, enquanto Kendrick Lamar ficou em primeiro na corrida ao Grammy de melhor Rap, melhor actuação Rap, melhor canção Rap e melhor álbum Rap, num total de quatro prémios, sendo assim o segundo artista mais premiado da noite, conduzida por James Corden, e que não passou ao lado das questões sociais e políticas em torno da imigração, do racismo e de género que já tinham marcado o arranque da temporada de prémios do cinema, como os Globos de Ouro.

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