Câmara de Valongo anuncia estudo à EN15 para melhorar resposta à população

Com o estudo, que vai durar meio ano, o município pretende avaliar as alterações de trânsito verificadas em 2022.

Janeiro 7, 2026

A Câmara de Valongo vai avançar no primeiro trimestre de 2026 com um estudo na Estrada Nacional 15 para assegurar soluções equilibradas e sustentadas para a população, revelou esta terça-feira à Lusa o município.

Com o estudo, que vai durar meio ano, o município pretende avaliar as alterações de trânsito verificadas em 2022, revelou fonte do município.

A EN 15, que inicialmente ligou a cidade de Bragança ao Porto, tem dois ramais no concelho de Valongo, sendo o que liga ao centro do concelho, na extensão de um quilómetro, que irá ser estudado, esclareceu a autarquia.

Segundo o comunicado do município, a EN 15 atravessa o concelho numa extensão de oito quilómetros, sendo o segundo ramal de acesso a Ermesinde.

O estudo pretende “analisar de forma rigorosa o impacto das atuais condições de circulação, bem como avaliar novos e diferentes cenários de organização do trânsito na EN 15”, assinala a nota de imprensa.

Para o efeito, continua o comunicado, será tida em conta “a segurança dos peões com introdução de corredores de segurança e passadeiras, a acessibilidade a todas as pessoas no centro da cidade” bem como “ter um espaço público mais convidativo e atraente, atraindo mais população ao centro e ao comércio tradicional, aumentar o número de lugares de estacionamento e assegurar maior segurança rodoviária ao automobilista”.

Fonte da autarquia esclareceu, sobre o aumento da oferta de estacionamento naquele percurso, que irão haver 128 novos lugares de estacionamento a que acrescem mais 49 no Parque de Estacionamento da Senra.

“O objetivo será sempre o de assegurar soluções equilibradas, sustentadas e que possam funcionar para todos os valonguenses onde a proteção do peão terá de ser sempre a prioridade”, assinala o município.

Citado pelo comunicado, o presidente da câmara, Paulo Esteves Ferreira, revelou ter “reunido com os agentes económicos impactados pelas alterações (…) para perceber as suas preocupações e recolher contributos”, assim contribuindo para “melhorar a qualidade de vida da população, apoiando o comércio local”.

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