Direção dos Bombeiros de Areosa/Rio Tinto recusa estar em risco socorro à população

Vinte e cinco dos 68 bombeiros do quadro ativo da corporação de Areosa/Rio Tinto apresentaram no dia 28 o pedido de passagem ao quadro de reserva, explicando, também em comunicado que, desde a nomeação do atual comando, 10 bombeiros funcionários da associação pediram a demissão em discordância com o comandante e que há mais na disposição de o fazer.

Janeiro 2, 2026

 Os Bombeiros de Areosa/Rio Tinto, em Gondomar, reagiram esta sexta-feira ao anúncio de passagem à reserva de 25 bombeiros descontentes com o comandante, assegurando não estar comprometido o socorro à população e que os mínimos legais de operacionalidade estão garantidos.

No comunicado assinado pelos presidentes da direção, assembleia geral e conselho fiscal, é revelado que na sequência do verificado em 22 de dezembro, quando um grupo de bombeiros colocou os capacetes no chão em forma de protesto contra o comandante Marco Martins, foi solicitado um inquérito urgente à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e à Direção Nacional de Bombeiros, enquanto entidades de supervisão operacional e disciplinar dos bombeiros.

Vinte e cinco dos 68 bombeiros do quadro ativo da corporação de Areosa/Rio Tinto apresentaram no dia 28 o pedido de passagem ao quadro de reserva, explicando, também em comunicado que, desde a nomeação do atual comando, 10 bombeiros funcionários da associação pediram a demissão em discordância com o comandante e que há mais na disposição de o fazer.

A direção faz outra leitura e escreve, na nota de imprensa, que no mesmo período “saíram cinco funcionários e não 10, tendo sido saídas por decisão individual, livre e voluntária, sendo que foram, entretanto, contratados mais oito funcionários”.

Assegurando, por isso, não estar comprometido o socorro à população, a associação acrescenta estarem garantidos os mínimos legais de operacionalidade.

Neste contexto, a direção entende que o comunicado dos bombeiros na reserva “contém afirmações suscetíveis de gerar alarme social injustificado na população, o que é lamentável e irresponsável”.

No texto, a direção lembra que a avaliação da atuação do comandante e corpo ativo “cabe exclusivamente às entidades legalmente competentes, encontrando-se o processo de averiguação em curso, com total colaboração desta instituição”.

A terminar, a associação “repudia a divulgação de informações incorretas, reafirma o seu compromisso com a verdade, legalidade e a segurança da população e reserva-se o direito de agir pelos meios legais adequados para a defesa do seu bom nome institucional”.

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