Menzies, ex-Groundforce, diz que os serviços mínimos definidos são “insuficientes, com impacto num período crítico para o turismo e para a economia nacional”.
Os trabalhadores da Menzies, ex-Grandforce, iniciam hoje a segunda greve de quatro dias, de um total de cinco paralisações marcadas para o verão, que deverão ter impacto nos aeroportos, com empresa e sindicato a trocarem acusações de indisponibilidade para o diálogo.
A primeira greve de trabalhadores de assistência em escala, entre 25 e 28 de julho, levou ao cancelamento de várias dezenas de voos no aeroporto de Lisboa, atrasos e casos em que os aviões partiram apenas com passageiros, sem bagagem nem carga, segundo o sindicato.
Para esta greve, o porta-voz do SIMA, André Silva, disse à Lusa esperar um impacto semelhante, embora só nos próprios dias se consiga perceber a dimensão da adesão de trabalhadores e das perturbações na operação.
A Menzies considerou que os serviços mínimos definidos pelo Conselho Económico e Social são insuficientes e reiterou que foram implementados planos de contingência “robustos”, alinhados com aqueles serviços mínimos “e com total respeito pelos direitos dos trabalhadores”.