Perante estas situações, a GNR pede aos automobilistas para planear antecipadamente os percursos, utilizar vias alternativas e cumprir a sinalização temporária no local.

Onze vias, mais duas do que no domingo, estavam hoje, pelas 10h30, condicionadas ao trânsito no distrito do Porto, sobretudo devido a desmoronamentos e inundações, designadamente em Gondomar, Baião, Gaia, Amarante, Marco de Canaveses e Felgueira, revelou a GNR.
Em comunicado, o Comando Territorial do Porto refere que em Zebreiros, no concelho de Gondomar, mantém-se condicionada a Rua Beira Rio, por inundação do rio Douro, somando-se na Foz do Sousa o caminho de acesso ao Parque de Travassos, por inundação do rio Sousa.
Em Vila Nova de Gaia, à semelhança de domingo, estão condicionadas a Rua Eugénio Paiva Freixo (Crestuma) e a Alameda Praia de Arnelas (Olival) por causa de quedas de árvores e postes de iluminação pública e inundações, respetivamente.
Por seu lado, em Santa Marinha do Zêzere, no concelho de Baião, um desmoronamento condicionou a Rua 20 de Junho e, pelo mesmo motivo, estão encerradas em Amarante as Estradas Nacionais (EN) 15 (ao quilómetro 74.800, em Candemil), a EN 101 (ao quilómetro 139.300, em Padronelo) e a Rua de Infincas, em Vila Caiz.
No Marco de Canaveses, o aluimento de uma via mantém fechada a Rua dos Tapadas (Sobretâmega), somando-se a Rua S. Mamede (Constance), esta condicionada devido a uma inundação.
Ainda na Lixa, concelho de Felgueiras, está condicionada a Rua Dom António Ferreira Gomes por desmoronamento.
Perante estas situações, a GNR pede aos automobilistas para planear antecipadamente os percursos, utilizar vias alternativas e cumprir a sinalização temporária no local.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.