Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Gaia ativo até domingo

A Câmara de Vila Nova de Gaia tem ativo até domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil.

Fevereiro 9, 2026

A Câmara de Vila Nova de Gaia tem ativo até domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC), lê-se no despacho datado de sábado e esta segunda-feira publicado no “site” da autarquia.

No documento, a autarquia do distrito do Porto informa que a ativação do PMEPC de Vila Nova de Gaia surge com efeitos reportados ao período compreendido entre as 00h00 de 05 de fevereiro e as 23h59 de 15 de fevereiro, podendo a mesma ser prorrogada caso a evolução da situação o venha a justificar.

O executivo determina que a ativação do PMEPC de Vila Nova de Gaia seja imediatamente comunicada ao Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, aos representantes da Comissão Municipal de Proteção Civil, aos serviços municipais e demais entidades com intervenção prevista no Plano, às juntas de freguesia, bem como aos Serviços Municipais de Proteção Civil dos municípios adjacentes (Porto, Gondomar, Espinho e Santa Maria da Feira).

No despacho, lê-se ainda que o Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Nova de Gaia se mantém em acompanhamento permanente da situação, assegurando a monitorização meteorológica e hidrológica, a articulação institucional e o enquadramento das operações municipais de proteção e socorro, em harmonia com o PMEPC em vigor e com o Sistema de Gestão de Operações.

Com esta ativação do plano, a autarquia garante a unidade de direção das ações a desenvolver, a coordenação técnica e operacional dos meios a empenhar e a adequação das medidas de caráter excecional a adotar.

Na última semana, várias localidades e zonas do concelho, entre elas Crestuma, Arnelas, Afurada, Areínho, Oliveira do Douro e o Cais de Gaia, foram alagadas pela subida das águas do rio Douro, situação que ditou na sexta-feira, por exemplo, o encerramento de um hotel à beira-rio após ter sido inundado o piso -1.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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