Este estatuto reforçado no circuito internacional coincide com uma “mudança estratégica no calendário”, já que vai disputar-se entre 20 de setembro e 04 de outubro, deixando a tradicional data de julho.

O Porto Open em ténis foi promovido a ATP Challenger 125 no setor masculino, que se junta ao WTA 125 feminino, com a organização a referir que se torna no maior evento combinado em piso rápido da Península Ibérica.
“A subida de categoria (era ATP Challenger 100) representa um marco importante para o torneio e para o ténis nacional. Este crescimento reflete o trabalho consistente que tem vindo a ser desenvolvido e a ambição de fazer crescer o torneio”, congratulou-se o presidente da Associação de Ténis do Porto e entidade organizadora, António Paes de Faria.
Este estatuto reforçado no circuito internacional coincide com uma “mudança estratégica no calendário”, já que vai disputar-se entre 20 de setembro e 04 de outubro, deixando a tradicional data de julho.
A competição feminina realiza-se na primeira semana e a masculina na segunda.
“A realização consecutiva dos torneios WTA 125 e ATP Challenger 125 permite-nos criar um evento mais sólido, com potencial para atrair melhores jogadores, porque garante uma maior pontuação para os rankings mundiais e prémios mais competitivos, mas também mais envolvente para o público, consolidando o Porto como uma referência no panorama do ténis nacional e com crescente relevância internacional”, destaca a organização.
O Porto Open já teve como vencedoras a espanhola Arantxa Sánchez Vicario (2001), que chegou a liderar o ranking mundial, e a brasileira Beatriz Haddad Maia (2020), que atingiu o top 10 do ranking WTA em 2023.
No setor masculino, Nuno Borges, atual número um nacional, e João Sousa já foram finalistas do torneio.