O músico norte-americano deixa um legado incontornável no jazz, com álbuns históricos e uma carreira marcada pela inovação

Sonny Rollins, um dos mais influentes saxofonistas da história do jazz, morreu aos 95 anos, em Woodstock, Nova Iorque. A notícia foi confirmada pela sua assessora de imprensa, após vários anos afastado dos palcos devido a problemas respiratórios.
Nascido no Harlem, em Nova Iorque, Rollins destacou-se desde cedo no universo do jazz, colaborando com nomes como Miles Davis e Thelonious Monk. Nos anos 50 lançou discos fundamentais como Saxophone Colossus e A Night at the Village Vanguard, consolidando-se como uma figura central do género.
Ao longo de décadas, explorou diferentes linguagens musicais, do bebop ao jazz-rock, mantendo sempre uma abordagem inovadora e profundamente rítmica. O seu último concerto aconteceu em 2012. Em 2010, foi distinguido com a Medalha Nacional das Artes nos Estados Unidos.