Os novos valores representam “uma redução de despesa de 5%, relativamente ao organograma anterior da câmara PS”.

A Câmara de Vila Nova de Gaia aprovou hoje o novo organograma e a nova organização dos serviços municipais que implica uma redução da despesa de 175 mil euros/ano, contrapondo o PS que os lugares não estão todos preenchidos.
Em reunião extraordinária privada, o ponto três da ordem de trabalhos foi aprovado com os votos favoráveis do PSD, CDS, IL e do vereador independente e com a abstenção do PS, revelou fonte oficial do município, assinalando que os novos valores representam “uma redução de despesa de 5%, relativamente ao organograma anterior da câmara PS”.
Contactado pela Lusa, o vereador socialista, João Paulo Correia, afirmou que a proposta hoje discutida representaria uma redução efetiva “se todos os lugares do atual estivessem preenchidos. E há muitos que não estão”.
A fonte do município revelou também ter sido aprovado que o nome e vencimento do provedor do munícipe têm de ser aprovados por 2/3 da assembleia municipal, o que foi confirmado pelo vereador socialista, sublinhando que essa proposta partiu do seu partido.
A questão do corte no apoio aos cuidadores informais denunciado no fim de semana, em declarações ao Jornal de Notícias, pelo vereador socialista, e que foi desmentido aquele diário por uma fonte do executivo liderado por Luís Filipe Menezes, avançando que na reunião de hoje “seriam adiantados mais pormenores”, não foi discutida na reunião de hoje.
Questionada pela Lusa, a fonte oficial da autarquia argumentou: “na reunião de hoje, como foi extraordinária, não houve [período] antes da ordem do dia”.
O ponto 2 da reunião de hoje visava a distribuição de pelouros pela vereação, mas João Paulo Correia revelou que não foi efetivada “por não estar ainda decidida”.
O vereador eleito pelo Chega, António Barbosa, desvinculou-se do partido no final de janeiro e, ao que tudo indica, irá ter pelouros enquanto vereador independente.